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Cursos disponíveis
Curso: Letramento Inclusivo: Como fomentar escolas anticapacitistas
Bem-vindo(a)!
Discutir o capacitismo no contexto educacional é fundamental para a construção de escolas mais inclusivas, democráticas e comprometidas com a garantia de direitos. Muitas das barreiras enfrentadas pelos estudantes públicos da Educação Especial não estão relacionadas apenas à acessibilidade física ou pedagógica, mas também às atitudes, aos discursos e às práticas que, muitas vezes de forma naturalizada, reforçam preconceitos e limitam a participação desses sujeitos nos processos de aprendizagem e convivência escolar.
Nesse contexto, o curso “Letramento Inclusivo: Como Fomentar Escolas Anticapacitistas” propõe ampliar o olhar dos(as) educadores(as) sobre as práticas escolares, promovendo reflexões críticas acerca das barreiras atitudinais e da valorização das diferenças. A formação busca fortalecer o compromisso coletivo com a construção de ambientes escolares mais acessíveis, acolhedores e equitativos, contribuindo para o desenvolvimento de práticas pedagógicas alinhadas aos princípios da educação inclusiva e dos direitos humanos.
O curso é composto por slides, vídeos, indicações bibliográficas e materiais complementares anexos, como folders, o Jogo das Expressões e uma tese sobre letramento inclusivo, que apoiam o processo formativo e ampliam as possibilidades de reflexão e atuação no cotidiano escolar.
Objetivo Geral
Promover o fortalecimento de escolas anticapacitistas por meio da conscientização, da reflexão crítica e da construção de práticas inclusivas, incentivando o letramento inclusivo a partir da valorização das diferenças, da garantia de acessibilidade e da participação de todos os estudantes nos processos de aprendizagem.
Objetivos Específicos
- Compreender os conceitos de capacitismo, anticapacitismo, inclusão e letramento inclusivo no contexto educacional.
- Refletir criticamente sobre práticas, discursos e barreiras presentes no cotidiano escolar que possam produzir exclusão e limitar a participação dos estudantes públicos da Educação Especial.
- Analisar as barreiras atitudinais presentes no contexto escolar, problematizando o uso de termos, discursos e práticas capacitistas que reforçam preconceito, exclusão e estigmatização das pessoas com deficiência.
- Conhecer os marcos legais, as políticas públicas e os princípios que fundamentam a educação inclusiva e os direitos das pessoas com deficiência.
- Identificar estratégias pedagógicas acessíveis e práticas educativas alinhadas à perspectiva anticapacitista.
- Incentivar a construção de ambientes escolares acolhedores, colaborativos e comprometidos com a valorização das diferenças.
- Fortalecer práticas institucionais que promovam a equidade, a participação e o protagonismo dos estudantes nos processos de aprendizagem.
Apresentação do curso: Oralidade e multimodalidade em textos jornalísticos
Seja bem-vindo(a)!
Este curso foi pensado para professores de todos os componentes curriculares que desejam aprofundar seus conhecimentos e enriquecer suas práticas pedagógicas.
A proposta é apresentar a potencialidade das mídias eletrônicas e digitais para inspirar a elaboração de atividades que envolvam a oralidade e as multimodalidades textuais.
Embora os meios de comunicação tenham evoluído a partir da internet e do uso de recursos tecnológicos, o texto jornalístico na forma escrita ainda possui maior destaque nas atividades escolares. Os objetivos de aprendizagem do Currículo Municipal, porém, apresentam várias possibilidades para o trabalho com a oralidade e a multimodalidade, e o desconhecimento por parte dos educadores pode ser, por vezes, o motivo pelo qual este trabalho pouco aparece na sala de aula.
Contaremos com a participação de Ronaldo Rodrigues, jornalista que atua em rádio com informações sobre o trânsito. Também serão apresentados dois projetos, um de podcast e um de jornal eletrônico, já desenvolvidos na rede, enfocando a riqueza do uso desses recursos para envolver toda a comunidade na rotina e nas atividades escolares. Objetiva-se, assim, contribuir com o levantamento de ideias para atuações diferenciadas pelos professores e, que, com certeza, atenderão a muitos objetivos de aprendizagem contidos no nosso Currículo Municipal.
As mídias eletrônicas e o podcast são ferramentas que podem auxiliar nessa descoberta, e se tornarem meios de fazer com que os textos jornalísticos saiam, literalmente, do papel e viajem pelas ondas da imagem e do som, chegando mais perto da vivência de nossos principais interlocutores: os estudantes.
Objetivo Geral
Apresentar as potencialidades das mídias eletrônicas e digitais para inspirar práticas pedagógicas que integrem a oralidade e as multimodalidades textuais, oferecendo subsídios alinhados ao Currículo Municipal que apoiem a atuação docente.
Objetivos Específicos
Para alcançar esse propósito, o curso pretende:
- Compreender o potencial das mídias eletrônicas e digitais como recursos para o desenvolvimento de práticas pedagógicas que integrem a oralidade e as multimodalidades textuais.
- Promover o diálogo com um jornalista atuante em rádio, responsável por informações sobre o trânsito, possibilitando aos participantes conhecer sua prática profissional e a utilização de textos multimodais em contextos reais de comunicação.
- Apresentar experiências exitosas desenvolvidas na Rede Municipal de Ensino, como os projetos de podcast da EMEFM Arquiteto Oscar Niemeyer e de jornal eletrônico da EMEF Dom Benedito, evidenciando o potencial desses recursos para fortalecer o protagonismo estudantil e aproximar a comunidade da vida escolar.
- Incentivar a elaboração de propostas pedagógicas inovadoras, alinhadas aos objetivos de aprendizagem previstos no Currículo Municipal, ampliando as possibilidades de trabalho com oralidade e multimodalidade em sala de aula.
No módulo 1, “Multimodalidade textual na Educação”, será abordada a fundamentação teórica sobre o conceito de textos multimodais, destacando a importância do trabalho com eles na sala de aula, envolvendo todos os componentes curriculares. Nele, você assistirá ao vídeo 1 “Introdução ao tema “Oralidade e multimodalidade em textos jornalísticos” e realizará a atividade avaliativa - 1. Também estão disponíveis dois textos complementares:
- Anexo 1: Multiletramentos na escola: uma entrevista com Roxane Rojo (Revista do Programa de Pós-Graduação em Ensino Tecnológico, do Instituto Federal do Amazonas).
- Anexo 2: Abordagem multimodal: uma proposta didático-pedagógica de letramentos digital e crítico (Revista Leia Escola, Campina Grande, v. 20, n. 3, 2020 – ISSN 2358-5870).
No módulo 2, “Práticas da rede - Jornal Virtual Nosso Mundo Dombê”, você assistirá à entrevista com a professora Siloni Aguiar, idealizadora do jornal virtual “Nosso Mundo Dombê”, na EMEF Dom Benedito Paulo Alves de Souza, contando um pouco como está sendo o desenvolvimento deste projeto. Em seguida, haverá a atividade avaliativa - 2.
- Anexo 3: Indicamos que você visite a página do jornal virtual “Nosso Mundo Dombê”, para que compreenda como a multimodalidade textual é explorada nesse projeto.
No módulo 3, “Práticas da rede - Podcast OscarCast”, você assistirá a cinco trechos de vídeos extraídos da gravação do OscarCast, que é um podcast produzido pelos estudantes da EMEFM Arquiteto Oscar Niemeyer, para que você conheça esse projeto desenvolvido em nossa rede. Após assistir aos vídeos, haverá a atividade avaliativa - 3.
- Vídeo 3: Podcast produzido pelos estudantes
- Vídeo 4: Estudantes e professor Higor falam sobre o início do projeto
- Vídeo 5: Como os estudantes preparam o podcast
- Vídeo 6: Professor Higor apresenta o estudante Elias
- Vídeo 7: Estudantes relatam a contribuição do projeto para a sua vida
Bons estudos!
Apresentação do curso: O que esperar da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) na educação inclusiva?
Bem-vindo(a)!
Por que falar de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA)?
Entendemos que a comunicação é o eixo central da aprendizagem e, por isso, deve ser contemplada em todas as fases do desenvolvimento. Nesse processo, os parceiros de comunicação assumem papel fundamental, sendo responsáveis pelas trocas estabelecidas nas relações interpessoais.
A proposta deste curso é construir uma trajetória formativa com pessoas interessadas no tema, articulando aspectos conceituais e práticos da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
O curso será composto por slides, vídeos, textos complementares e indicações bibliográficas. Ao final, haverá uma atividade avaliativa.
Objetivo Geral
Compartilhar conhecimentos necessários para a utilização da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) como forma de eliminar barreiras comunicacionais, potencializando as relações de ensino e aprendizagem e promovendo uma educação inclusiva.
Objetivos Específicos
- Compreender os princípios da Lei Brasileira de Inclusão, garantindo o direito à educação;
- Compreender o conceito de acessibilidade, com foco na eliminação de barreiras comunicacionais;
- Apresentar conceitos fundamentais sobre as diferenças entre fala, linguagem e comunicação, bem como os princípios da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA);
- Apresentar os recursos disponíveis em CAA, incluindo tecnologias e materiais;
- Apresentar estratégias para o uso dos recursos de CAA no cotidiano escolar;
- Apresentar experiências que evidenciem a articulação entre teoria e prática.
Apresentação do curso: A Linha como Linguagem – Expressões Gráficas e Documentação com Crianças de 3 a 5 Anos
O curso A Linha como Linguagem – Expressões Gráficas e Documentação com Crianças de 3 a 5 Anos convida educadoras e educadores da Educação Infantil a explorarem a linha como um fio condutor de descobertas — expressão, investigação e criação. A partir de experiências práticas, reflexões e documentações, o percurso propõe vivências que integram corpo, gesto e materialidade, valorizando os processos de aprendizagem das crianças pequenas.
Desenvolvido com base em encontros presenciais realizados no CECAPE, junto a professoras da rede, o curso reúne vídeos, textos, anexos e propostas práticas que evidenciam momentos reais de formação e experimentação.
Organizado em seis módulos, o percurso aborda temas como corpo e movimento, bordado e suas relações, tridimensionalidade, argila, tintas naturais e exposição pedagógica — compreendida como prática de reflexão, diálogo e partilha com a comunidade escolar.
Objetivos Geral
- Explorar a linguagem gráfica como forma de expressão, investigação e construção de sentido pelas crianças pequenas, tomando a “linha” como eixo central e articulando essas experiências com práticas de documentação pedagógica sensível.
Público-alvo
- Professores(as) e auxiliares da Educação Infantil que atuam com crianças de 3 a 5 anos.
Carga horária - 30 horas
Percurso Formativo
Módulo 1 – A Linha que Nasce do Corpo
Explorar o corpo como origem do traço, vivenciando o gesto que antecede o desenho. O movimento é o ponto de partida para compreender a linha como expressão viva e sensível. Neste módulo, você encontrará apresentação de slides, textos complementares e um vídeo gravado no CECAPE, no qual as cursistas foram convidadas a “acordar o corpo” antes de experimentar propostas inspiradas no trabalho do Segni Mossi.
Módulo 2 – Quando a Linha Entrelaça
Investigar o bordado como forma de expressão gráfica e de escuta sensível, refletindo sobre o entrelaçar de memórias, gestos e narrativas no processo de aprendizagem e na documentação pedagógica. O módulo inclui vídeo com a parte prática e textos de apoio que inspiram reflexões sobre o bordado como linguagem simbólica, cultural e coletiva.
Módulo 3 – Materiais, Meios e Suportes para a Linha: Tridimensionalidade
Conhecer e experimentar materiais que permitem à linha ultrapassar o plano do papel, tornando-se volume, escultura e gesto no espaço. As cursistas são convidadas a realizar uma visita virtual à exposição de Alexander Calder, assistir à leitura do livro O Arame de Alexandre, de Sieb Posthuma, e acompanhar o vídeo prático gravado no CECAPE, no qual criam pré-projetos bidimensionais e esculturas em arame.
Módulo 4 – Materiais, Meios e Suportes para a Linha: Argila
Explorar a argila como material expressivo para a construção de linhas tridimensionais, valorizando gesto, textura e volume. Neste módulo, discutem-se os conceitos de “estado de arte” e “estado de ateliê”, de Stela Barbieri, bem como ideias do livro Territórios da Invenção – Ateliê em Movimento. As cursistas são agraciadas com o poema Autobiografia, de Mia Couto, e têm acesso ao vídeo prático gravado no CECAPE, em que experimentam a argila em um espaço esteticamente organizado — um convite para estar em estado de ateliê. Também são apresentadas diferentes cores e propriedades da argila, compreendendo-a como um material reintegrativo que convida à presença, à escuta e ao envolvimento sensível.
Módulo 5 – Materiais, Meios e Suportes: Tintas Naturais
Conhecer e experimentar pigmentos naturais como meio de expressão gráfica, explorando processos de extração e as cores que emergem da natureza como convite à criação e à sensibilidade artística. O módulo discute a relação entre materialidade, natureza e ancestralidade, destacando que não há receitas prontas, mas um percurso intuitivo e investigativo. Inclui vídeo prático gravado no CECAPE e duas apostilas do permacultor Jhon Bermond, que inspiram o preparo, a conservação e o uso das tintas naturais.
Módulo 6 – Das Paredes à Comunidade:
Refletir, Expor e Compartilhar Encerrar o percurso formativo por meio da criação colaborativa de uma mini-exposição, tornando visíveis os processos vivenciados ao longo do curso e refletindo sobre como compartilhá-los com a comunidade escolar. A exposição é entendida como prática pedagógica e estética, que não se restringe à mostra de produtos, mas revela narrativas, percursos e aprendizagens. Você terá acesso, por meio de um mapa mental, aos sete princípios para exposições e às maneiras de evidenciá-los, compreendendo a exposição não apenas como mostra cultural, mas também como documentação pedagógica — presente nos painéis das salas, nos espaços escolares e na comunicação com as famílias. O módulo conta ainda com vídeo prático gravado no CECAPE, que registra o momento em que os cursistas montam suas cenas expositivas e revisitam o percurso vivido.
Atividade Avaliativa
Ao final, será disponibilizado um questionário avaliativo, com o propósito de promover a reflexão sobre as aprendizagens construídas e apoiar a consolidação dos conceitos estudados. Prepare-se para uma experiência prática, criativa e transformadora, que coloca a linha — e a criança — no centro do processo educativo.
Bons estudos!
Apresentação do curso: A Capoeira na Dança: Movimento, Arte e Criação!
Seja muito bem-vinda(o)! É com grande satisfação que convido você a trilhar um caminho que, para mim, foi marcado por conquistas e descobertas.
Este curso nasce de uma trajetória pessoal e acadêmica iniciada em 2002, a partir de minha pesquisa de Pós-Graduação “A Capoeira na Dança Contemporânea”, um trabalho videográfico e de pesquisa que, agora revisitado, ganha novos sentidos. Com um olhar renovado, articulo essas experiências às práticas atuais, fortalecendo o desejo de partilhar saberes, movimentos e significados construídos ao longo desse percurso.
A proposta dialoga diretamente com a Orientação da Oficina Curricular de Dança de São Caetano do Sul, compreendendo o aprendizado além de uma linha reta, mas como um rizoma: um mapa aberto, cheio de conexões e múltiplas entradas. É nesse território que proponho o reencontro de duas linguagens potentes.
A Capoeira, patrimônio cultural afro-brasileiro, empresta à Dança a força de seus gestos, a resistência, a ancestralidade e a coletividade. Essa união enriquece o repertório motor e amplia o olhar sobre a diversidade, permitindo que o espaço de aprendizagem seja de experimentação viva.
Para sustentar essa prática, o percurso valoriza a consciência corporal. Antes de chegar aos movimentos dinâmicos e desafiadores, é fundamental entender a importância de preparar o corpo, escutá-lo e fundamentar o gesto. Você terá acesso a vídeos e slides que apresentam vivências práticas — desde o escaneamento corporal até a ginga — desenhadas para favorecer a familiarização com essa linguagem e inspirar composições coreográficas seguras e criativas.
Esse movimento prático é amparado por um acervo teórico. Será disponibilizado a videografia original da autora (A Capoeira na Dança Contemporânea) e a versão revisada de sua Monografia. Contaremos com documentos que situam historicamente esse encontro entre Capoeira e Dança, abordando o preparo físico, o processo de criação e o método de ensino. Complementando o estudo, leituras como "Aula-Experimentação com Dança: demanda de um currículo-dançante", “Dança em Revista - Cidadania - A formação escolar pela dança” e artigos sobre e cartografia na educação ajudarão a conectar a prática com as diretrizes curriculares e com a formação integral do/a estudante.
Ao final deste ciclo, proponho uma atividade avaliativa composta por 10 questões. Encare este momento como uma oportunidade de sistematizar os conhecimentos construídos e refletir sobre como essas ferramentas podem potencializar sua autonomia pedagógica.
Que este caminho formativo inspire em você a liberdade para experimentar, a coragem para criar e o prazer de descobrir novas possibilidades de expressão. Mais do que um curso, este é um convite a reconhecer o corpo que pensa, sente e compõe sua própria história.
Desejo a você um excelente percurso e práticas potentes!
Apresentação do curso: Práticas Democráticas na Escola
Seja bem-vindo(a) ao curso Práticas Democráticas na Escola!
Neste percurso formativo, você será convidado(a) a refletir sobre como a gestão democrática pode transformar a escola em um espaço mais inclusivo, participativo e eficiente.
O curso está organizado em dois módulos:
Módulo 1 - Gestão Democrática: Abordaremos os fundamentos teóricos da gestão democrática, com base em autores como Vitor Henrique Paro, Paulo Freire, Libâneo e Heloisa Luck. Também analisaremos o respaldo legal garantido pela Constituição Federal, pela LDB, pelo PNE (Lei 10.172/2001) e pela Lei 14.644/2023, que reforçam a importância da participação coletiva nas decisões escolares.
Módulo 2 - Vivendo a Democracia na Escola: Exploraremos ferramentas práticas para a efetivação da gestão democrática, como o Conselho Escolar, o Conselho Mirim, as Assembleias Escolares, o Grêmio Estudantil e o Projeto Político-Pedagógico (PPP) — instrumentos essenciais para o diálogo e a construção coletiva.
Ao final de cada módulo, você realizará uma atividade avaliativa para consolidar seus aprendizados. Antes de iniciar, recomendamos assistir ao vídeo de apresentação, que apresenta uma visão geral do curso e do percurso formativo.
Esperamos que, ao concluir esta formação, você esteja preparado(a) para fortalecer práticas democráticas em sua escola, contribuindo para uma educação mais participativa e de qualidade para todos.
Bons estudos!
Apresentação do curso: Construção e Construtividade – de pequenos engenheiros às grandes aprendizagens
Este curso foi idealizado com base nas experiências vividas nos espaços formativos do CECAPE e nas observações realizadas no cotidiano das instituições de Educação Infantil.
A escolha do tema “Construção e Construtividade” surgiu de uma demanda formativa concreta, apesar da presença frequente de blocos, peças, encaixes, caixas e outros materiais de construção nos ambientes escolares, nem sempre esses elementos são intencionalmente mobilizados como linguagens expressivas e cognitivas pelas crianças. Muitas vezes, os materiais estão ali, disponíveis, mas sem que sejam explorados como oportunidades reais de aprendizagem, invenção e comunicação.
Com o objetivo de aprofundar essa linguagem tão potente, o curso propõe uma imersão nos conceitos de construção e construtividade como práticas fundamentais da infância.
Para isso, tomamos como principal referência o livro Construção e Construtividade de Alejandra Dubovik e Alejandra Cippitelli (2018), articulando essa base teórica com experiências práticas e registros produzidos pelos próprios educadores ao longo dos encontros.
O curso fundamenta-se, ainda, em referenciais teóricos que concebem a escola como espaço de vida, de pertencimento, de investigação e de experiência estética, dialogando com as contribuições de Loris Malaguzzi, Urie Bronfenbrenner e Maria Amélia Pereira. E está estruturado em 7 módulos de estudo, contendo vídeos explicativos, textos complementares e atividades avaliativas, sendo:
1. Módulo 1: A linguagem da construção;
2. Módulo 2: Espaços e materiais;
3. Módulo 3: Materiais e microconstrução;
4. Módulo 4: Processos cognitivos e sociais nas construções;
5. Módulo 5: Pequenos grupos e processos de aprendizagem;
6. Módulo 6: Mapa conceitual;
7. Módulo 7: Documentação pedagógica.
Ao final de cada módulo, será disponibilizado um questionário avaliativo composto por cinco questões reflexivas, com o objetivo de promover a sistematização das aprendizagens construídas ao longo do percurso formativo. Bons estudos!
Apresentação do curso: Comunicação e Convivência
Prezados(as) professores(as), sejam bem-vindos(as) !
É com grande entusiasmo e profundo respeito pelo trabalho realizado cotidianamente que apresentamos o curso Comunicação e Convivência: “Comunicação Não Violenta (CNV)” — promovendo relações humanas na escola, fundamentado nos princípios desenvolvidos pelo psicólogo norte-americano Marshall B. Rosenberg.
Reconhecemos que a rotina escolar é marcada por múltiplas interações – entre funcionários, professores, estudantes, famílias e demais membros da comunidade escolar – e que tais relações, embora desafiadoras, também são oportunidades valiosas para fortalecer vínculos e promover uma convivência mais harmoniosa e colaborativa.
A Comunicação Não Violenta, conforme nos ensina Rosenberg, é uma abordagem que nos convida a refletir sobre como nos expressamos e sobre como ouvimos o outro. Segundo ele, a linguagem pode ser tanto um instrumento de conexão quanto um obstáculo ao entendimento mútuo. Em um ambiente como o escolar, onde o cuidado, o respeito e o trabalho em equipe são pilares fundamentais, essa proposta oferece ferramentas concretas para aprimorar o diálogo e fortalecer as relações interpessoais.
Ao longo do curso, exploraremos os quatro componentes centrais da CNV: Observação, Sentimento, Necessidade e Pedido, sempre a partir de situações reais do cotidiano escolar. Pretendemos contribuir para o aprimoramento das habilidades de comunicação dos profissionais. Nosso propósito é que vocês se sintam mais seguros ao enfrentar os desafios do diálogo, promovendo empatia, crescimento e maior cooperação no ambiente de trabalho.
Ao final do curso, todos os participantes deverão realizar a “Atividade Avaliativa”. A conclusão do curso será certificada pelo CECAPE.
Convidamos todos(as) a participarem ativamente desta jornada de formação, que se propõe a ser um espaço de escuta, aprendizado e transformação.
Contamos com a sua presença!
Venham fazer parte dessa mudança!
Apresentação do Curso
Educação Especial 6/6 - Serviços e apoios da Educação Especial: o acesso ao currículo como objetivo compartilhado no território
Bem-vindo(a) !
Por que falar de Inclusão?
A proposta deste curso é construir uma narrativa coletiva com pessoas interessadas em refletir sobre a Educação Inclusiva em suas dimensões conceituais e práticas.
Mas, afinal, por que falar de Educação Inclusiva? Será que existe uma educação que, por definição, se propõe a ser excludente?
Nossa resposta, enquanto sociedade, é um firme não!
Ao olharmos para a história, percebemos avanços significativos no acesso à escolarização de grupos que antes eram excluídos desse direito. Hoje, reconhecemos a Educação como um direito humano universal, essencial para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Neste percurso formativo, seguiremos legitimando a educação para todas e todos — bebês, crianças, adolescentes e jovens, com ou sem deficiência —, reafirmando o compromisso com uma escola que acolhe e promove aprendizagens significativas para cada sujeito.
Este curso compõe a sexta e última parte da série “Educação Especial a Serviço da Educação Inclusiva” e conta com materiais diversificados, como slides, vídeos, filmes, bibliografia básica e complementar, além de uma atividade avaliativa final para consolidar as aprendizagens.
Objetivos Gerais
-
Promover a formação de educadoras, educadores e demais profissionais da educação para a construção de uma cultura educacional inclusiva, fundamentada nas políticas públicas vigentes que asseguram a educação como um direito inalienável de todas as pessoas;
-
Estimular uma prática reflexiva e coletiva, comprometida com a valorização da diversidade e com a garantia do acesso, da permanência, da participação e da aprendizagem de bebês, crianças, adolescentes e jovens, fortalecendo o compromisso com uma escola que acolhe, ensina e transforma.
Objetivos Específicos
- Retomar os estudos sobre trabalho colaborativo;
-
Estudar os objetivos da modalidade da Educação Especial;
-
Conhecer os serviços e apoios da Educação Especial no município de São Caetano do Sul;
-
Compreender a atuação dos diferentes profissionais de apoio;
-
Estudar sobre intersetorialidade e relacioná-la como estratégia para uma educação integral e inclusiva.
Apresentação do Curso
Educação Especial a serviço da Educação Inclusiva 4/6 - Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) em diálogo com uma educação integral, equitativa e inclusiva
Bem-vindo(a) !
Por que falar de Inclusão?
A proposta deste curso é construir uma narrativa conjunta com pessoas interessadas no tema, articulando aspectos conceituais e práticos da Educação.
Mas, afinal, por que falar em Educação Inclusiva? Existe uma educação que, por definição, se propõe a ser excludente? A resposta, enquanto sociedade, tem sido clara: não.
Do ponto de vista histórico, é notório o investimento para garantir o acesso à escolarização de parcelas da população que, por muito tempo, estiveram privadas desse direito. Hoje, a Educação é compreendida como um direito humano fundamental, inalienável e universal.
Neste percurso formativo “Trabalho Colaborativo: o diálogo que amplia repertórios e quebra barreiras”, o quinto de uma série de seis módulos dedicados à Educação Inclusiva — reafirmamos nosso compromisso com uma educação que contemple bebês, crianças, adolescentes e jovens, com ou sem deficiência, reconhecendo e valorizando a diversidade presente nas escolas.
O curso será desenvolvido por meio de slides, vídeos, filmes, bibliografia básica e complementar, além de incluir uma proposta avaliativa para aprofundar os estudos.
Bons estudos!
Objetivos Geral
Apoiar educadoras, educadores e demais profissionais da educação na promoção de uma cultura educacional inclusiva, de forma reflexiva e fundamentada nas políticas públicas vigentes, que asseguram a Educação como um direito inalienável de todas as pessoas. Valorizar a diversidade e garantir o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem de todos: bebês, crianças, adolescentes e jovens.
Objetivos Geral
Objetivos Específicos
- Aprofundar as discussões e a aplicabilidade do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) no contexto escolar.
- Compreender o Trabalho Colaborativo no Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Apresentação do Curso
Lutas na Educação Física Escolar
Bem-vindos(as) a este percurso!
É com grande satisfação que iniciamos esta jornada dedicada à análise das Lutas na Educação Física Escolar, como manifestações culturais que moldaram a história da humanidade. Ensiná-las é um compromisso com a preservação desse patrimônio, garantindo que as novas gerações tenham acesso a saberes que atravessam o tempo e os territórios.
Mais do que um conjunto de diretrizes, este material busca inspirar a prática pedagógica, promovendo a reflexão, a colaboração e o desenvolvimento de uma Educação Física Escolar mais eficaz, significativa e conectada à realidade da nossa rede.
Ao longo do curso, exploraremos:
- O processo histórico das Lutas como manifestação cultural;
- A presença desse conteúdo nos documentos oficiais da Educação e sua incorporação ao currículo municipal de São Caetano do Sul;
- As dificuldades e desafios encontrados em sua implementação;
- E, por fim, possibilidades para planejar e desenvolver práticas pedagógicas significativas, respeitando a autonomia e o contexto de cada educador(a).
Este curso é um espaço de diálogo e uma oportunidade para, juntos, reconhecermos as Lutas presentes no currículo como manifestações socioculturais, que integram um vasto universo de saberes, práticas e valores construídos ao longo da história. Assim, buscamos preparar nossos estudantes para uma leitura de mundo mais ampla, crítica e sensível.
Composição do Curso (Materiais e Anexos)
- 🎧 Podcast: “As Lutas na Educação Física Escolar”
- 📑 Apresentação de slides – Partes 1, 2 e 3
- 📎 Anexo 1: “Lutas, artes marciais e esportes de combate do Brasil: Análise e panorama de modalidades marciais brasileiras”
- 📎 Anexo 2: “Jogo e lúdico no conteúdo lutas em aulas de educação física escolar”
- 📎 Anexo 3: “Breve panorama histórico sobre o ensino das lutas, artes marciais e esportes de combate no Brasil: caminhos, processos e proposições”
- 📎 Anexo 4: “Capoeiristas da Escola Municipal de Ensino Fundamental Espaço de Bitita”
- 🎥 Vídeos:
- “Introdução de Lutas - Anos Iniciais”
- “Introdução de Lutas - Anos Finais”
- 📚 Referências Bibliográficas
- 📝 Atividade Avaliativa – 10 questões
- 📂 Material de Apoio – Acervo com sequências didáticas disponíveis após a conclusão da atividade avaliativa.
Que este curso seja inspirador e transformador para a sua prática pedagógica.
Bons estudos!
Objetivo Geral do Curso
Promover a compreensão sobre o tema Lutas e sua presença nas aulas de Educação Física, sendo este um objeto de conhecimento presente no Currículo Municipal de Educação Física de São Caetano do Sul, incentivando os(as) professores(as) a planejar e desenvolver práticas pedagógicas significativas que fortaleçam a formação humana integral dos estudantes.
Objetivos Específicos de Aprendizagem
Ao final deste curso, o participante será capaz de:
- Conhecer a representatividade histórica e sociocultural das Lutas no Brasil;
- Reconhecer o seu processo de indicação aos documentos oficiais educacionais nacionais, estaduais e municipais;
- Compreender as dificuldades e desafios para a incorporação do tema Lutas na Educação Física Escolar;
- Conhecer caminhos possíveis para o desenvolvimento desse tema nas aulas de Educação Física.
Apresentação do Curso
Olhares que Contam Histórias: Fotografia na Documentação Pedagógica
Este curso foi elaborado especialmente para educadores da Educação Infantil — professores, gestores e auxiliares — que desejam aprofundar seu olhar sobre a potência da fotografia no cotidiano pedagógico. Em um tempo em que a escuta sensível e a valorização das infâncias se tornam cada vez mais fundamentais, a imagem se apresenta como uma linguagem rica, expressiva e acessível, capaz de apoiar processos de observação, reflexão e documentação das experiências das crianças.
A proposta desta formação nasce da minha própria trajetória profissional e pessoal. A fotografia sempre fez parte da minha vida, mas foi em 2016, durante uma oficina com o fotógrafo André Carrieri, que meu olhar se despertou para a força da imagem no contexto educativo. Desde então, cada clique passou a revelar aspectos do desenvolvimento infantil que antes me escapavam.
Mais tarde, ao lado da fotógrafa e facilitadora de aprendizagem Prof.ª Lia Fernanda da Silva, confirmei como a fotografia pode enriquecer a prática pedagógica e ampliar nossa escuta das infâncias, revelando narrativas que muitas vezes não aparecem em palavras, mas emergem em gestos, olhares, interações e descobertas cotidianas.
Percurso Formativo:
Nosso percurso será organizado em três módulos, que articulam prática, teoria e reflexão:
- Módulo 1 – Sensibilizar o Olhar: Fotografia como linguagem e instrumento de observação.
- Módulo 2 – Conhecimento Técnico e Criativo: Compreensão e leitura da imagem.
- Módulo 3 – Prática Intencional: Documentação pedagógica com sentido.
Ao final de cada módulo, haverá um questionário avaliativo, com o objetivo de promover a reflexão sobre as aprendizagens construídas e apoiar a consolidação dos conceitos abordados.
Um convite ao olhar sensível:
Este é um convite para que, por meio da fotografia, possamos exercitar uma escuta atenta e ampliada, percebendo aquilo que nem sempre é dito, mas que se manifesta nas múltiplas linguagens das crianças.
Ao longo dos encontros, esperamos que você descubra novas formas de olhar para as crianças, para a sua prática educativa e para a potência das imagens como parte da documentação pedagógica e da construção coletiva de conhecimento.
Bons estudos!
Objetivos
MÓDULO 1 - Sensibilizar o Olhar: Fotografia como Linguagem e Observação
- Sensibilizar para a fotografia como linguagem na Educação Infantil;
- Refletir sobre a fotografia como ferramenta de observação e documentação;
- Ampliar a sensibilidade do olhar pedagógico por meio da nutrição visual;
- Usar a fotografia como ferramenta para observar e registrar o cotidiano das crianças.
MÓDULO 2 - Conhecimento Técnico e Criativo: Compreensão e Leitura da Imagem
- Explorar os quatro tempos da imagem: planejamento, execução, edição e exibição;
- Entender os principais tipos de planos fotográficos;
- Praticar a leitura de imagens a partir do contexto, dos detalhes e das emoções;
- Conhecer diferentes olhares e usos criativos da imagem.
MÓDULO 3 - Prática Intencional: Documentação Pedagógica com Sentido
- Compreender a documentação pedagógica como prática intencional e reflexiva;
- Reconhecer a fotografia como ferramenta para observar, refletir e comunicar aprendizagens;
- Identificar focos relevantes do cotidiano infantil para documentar;
- Valorizar os registros como meio de escuta, análise e diálogo com a comunidade educativa;
- Pensar como a fotografia pode apoiar a prática pedagógica.
SUGESTÕES PEDAGÓGICAS PARA AS AULAS DE VIVÊNCIAS MATEMÁTICAS
Bem-vindo(a), professor(a)!
Este curso visa proporcionar aos educadores dos Anos Iniciais práticas didáticas para as aulas de Vivências Matemáticas, promovendo uma aprendizagem mais engajadora e significativa para os estudantes.
Durante o curso, serão apresentadas diferentes possibilidades didáticas sobre o universo da Matemática, indo além dos algoritmos e focando na construção do conhecimento através da experimentação e do raciocínio lógico-matemático.
Também serão apresentadas sequências didáticas e sugestões de atividades práticas, contextualizadas com o dia a dia escolar, onde os estudantes são protagonistas da sua aprendizagem. Veremos como as Vivências Matemáticas podem contribuir para o desenvolvimento do raciocínio lógico, do pensamento crítico e do convívio socioemocional.
A formação sobre Vivências Matemáticas oferece ao professor suporte para as práticas em sala de aula, contando com slides explicativos complementados pela narração das facilitadoras da aprendizagem docente. Além disso, a formação inclui indicações de materiais de apoio e textos para embasamento teórico.
Este curso é composto por quatro módulos. Ao final do terceiro e do quarto módulo, o cursista será direcionado a momentos de reflexão sobre suas aprendizagens, por meio de atividades avaliativas de múltipla escolha.
Boa formação!
Objetivos do curso
-
Explorar o conceito de "vivências matemáticas" e compreender o que significa aprender Matemática através de práticas significativas e contextualizadas.
-
Apresentar possibilidades de atividades que podem ser trabalhadas durante as aulas de Vivências Matemáticas.
Apresentação do Curso
Reflexões sobre a convivência no ambiente escolar: Comportamento em foco
Bem-vindo(a)!
Por que falar sobre “Reflexões sobre a convivência no ambiente escolar: Comportamento em foco”?
A proposta deste curso é promover uma trajetória formativa voltada a profissionais da educação interessados em compreender e refletir sobre os desafios e possibilidades da convivência no ambiente escolar, tendo o comportamento como eixo central de análise.
O comportamento está presente em todas as dimensões da vida escolar — desde os momentos de acolhimento e socialização até as interações em sala de aula e demais espaços educativos. Compreender as manifestações comportamentais, bem como as expectativas relacionadas a cada fase do desenvolvimento (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), é essencial para potencializar os processos de ensino e aprendizagem.
Os desafios comportamentais contemporâneos têm exigido das escolas uma atuação mais intencional, articulada e empática. Nesse sentido, torna-se fundamental que docentes e demais profissionais da educação reconheçam e analisem os fatores que influenciam o comportamento dos estudantes, desenvolvendo estratégias pedagógicas e relacionais mais assertivas para lidar com situações diversas do cotidiano escolar.
O curso está organizado em etapas que combinam vídeo, textos complementares e referências bibliográficas especializadas, oferecendo subsídios teóricos e práticos para o aprofundamento da temática.
Conteúdo Programático
- Aspectos fundamentais e fatores que influenciam o comportamento
- Desenvolvimento comportamental da Educação Infantil ao Ensino Médio: o que esperar de cada etapa e seus principais desafios
- Birra x Crise: definição, diferenciação e implicações pedagógicas
- Estratégias de intervenção comportamental: caminhos para práticas mais efetivas e empáticas
- Abordagens em situações de crise: princípios e encaminhamentos possíveis no contexto escolar
Objetivo Geral
Compreender a definição de comportamento e suas implicações na vida escolar cotidiana, analisando seus antecedentes e consequentes, bem como os mecanismos de regulação que podem evitar ou manter determinados comportamentos. A partir disso, busca-se instrumentalizar professoras, professores e demais profissionais da educação para atuarem de forma preventiva e responsiva diante de diferentes manifestações comportamentais.
Apresentação do Curso
Avaliação e Inteligência Artificial: Julgamento Avaliativo
Este curso, com carga horária de 20 horas e ofertado integralmente na modalidade on-line, foi elaborado com o objetivo de capacitar professores e gestores da rede municipal de ensino fundamental e médio de São Caetano do Sul para o uso pedagógico da Inteligência Artificial (IA) Generativa como ferramenta estratégica de apoio aos processos avaliativos.
Diante do crescente interesse dos profissionais da educação em aprimorar suas práticas com o suporte de tecnologias digitais, a formação propõe-se a explorar a aplicabilidade da IA no contexto da avaliação educacional, contribuindo para a construção de processos mais assertivos, personalizados e eficazes.
Ferramentas de IA Generativa, como o Gemini e o NotebookLM, apresentam potencial para otimizar o acompanhamento das aprendizagens, apoiar a elaboração de instrumentos avaliativos e oferecer feedbacks mais consistentes aos estudantes. O curso não enfatiza aspectos técnicos ou programacionais, mas sim a integração intencional e pedagógica dessas tecnologias no cotidiano escolar.
Partindo da realidade da rede municipal de São Caetano do Sul, que dispõe de infraestrutura tecnológica consolidada, a formação tem como meta fortalecer o protagonismo docente, estimulando o uso crítico e criativo da IA para resolver problemas, produzir conhecimento e inovar nas práticas avaliativas.
Conteúdo Programático
- Introdução à IA Generativa e à Avaliação Digital
- Definição e evolução da Inteligência Artificial.
- Foco na IA Generativa, com destaque para o uso do NotebookLM.
- Reflexão sobre a importância da intencionalidade pedagógica no uso de tecnologias, compreendendo-as como um “saber fazer” a serviço da educação.
- Planejamento da Avaliação com IA Generativa
- Aplicações práticas da IA na elaboração de perguntas e atividades avaliativas.
- Criação de rubricas e critérios de avaliação com o auxílio de ferramentas de IA.
- Estratégias para personalizar instrumentos avaliativos conforme as necessidades e especificidades dos estudantes.
- Otimização do Processo Avaliativo e do Feedback
- Uso da IA para automatizar tarefas de correção e análise de dados de desempenho.
- Geração de feedbacks personalizados e construtivos aos estudantes.
- Análise de dados de aprendizagem (learning analytics) como suporte à tomada de decisões pedagógicas.
- Inovações na Avaliação com IA
- Aplicações da IA na criação de ambientes de aprendizagem interativos e imersivos.
- Desenvolvimento de projetos e metodologias avaliativas inovadoras que integrem tecnologia e pedagogia.
- Estímulo ao pensamento crítico e à criatividade docente no uso da IA para solucionar desafios educacionais.
Público-Alvo e Metodologia
O curso é destinado a professores e gestores da rede municipal de ensino fundamental e médio de São Caetano do Sul. A formação ocorrerá de forma assíncrona, por meio de videoaulas, materiais de leitura e atividades práticas. A metodologia adotada valoriza a reflexão crítica e a aplicação contextualizada dos conhecimentos, promovendo o desenvolvimento de competências digitais pedagógicas para a incorporação consciente e inovadora da IA na prática docente.
Objetivos de Aprendizagem
Baseados na Taxonomia de Bloom)
Ao final do curso, espera-se que o(a) cursista seja capaz de:
- Compreender: Os fundamentos da IA Generativa e seu potencial no contexto da educação básica.
- Aplicar: Ferramentas de IA Generativa no planejamento e criação de instrumentos de avaliação (provas, exercícios, rubricas).
- Analisar: Conteúdos e dados produzidos por IA, integrando-os criticamente às práticas pedagógicas e aos processos avaliativos.
- Criar: Estratégias inovadoras de avaliação e recursos didáticos que incorporem a IA Generativa de modo significativo e intencional
Apresentação do Curso
Gestão de Pessoas
Seja bem-vindo(a),
É com grande satisfação que apresentamos o Curso de Gestão de Pessoas, uma iniciativa voltada a fortalecer a liderança e aprimorar o ambiente de trabalho em nossas escolas públicas. Reconhecemos o papel estratégico desempenhado por cada um de vocês — diretor(a), assistente de direção, coordenador(a) pedagógico(a) e orientador(a) educacional — no desenvolvimento educacional e social de nossos estudantes e, consequentemente, de nossa comunidade.
Este curso foi cuidadosamente planejado para atender às demandas da gestão escolar, considerando os desafios e as oportunidades que emergem no cotidiano da liderança de equipes.
O curso é composto por slides explicativos, vídeos de apoio, atividades reflexivas, textos complementares e atividades avaliativas, totalizando 10 horas, organizados em 3 módulos:
Módulo 1 – Fundamentos da Gestão de Pessoas
Conceitos e práticas essenciais para compreender o papel da liderança e da gestão de pessoas na escola.
Módulo 2 – Gestão de Conflitos e Relações Interpessoais
Estratégias para lidar com situações desafiadoras, fortalecer o diálogo e promover relações respeitosas.
Módulo 3 – Saúde e Bem-Estar no Trabalho
Reflexão e práticas voltadas à valorização da equipe e ao equilíbrio no ambiente escolar.
Esperamos que este percurso formativo contribua não apenas para o aprimoramento da gestão escolar, mas também para a consolidação de ambientes de trabalho motivadores, humanizados e colaborativos, os quais repercutem diretamente na qualidade da educação oferecida aos estudantes. Bons estudos!
Objetivos do Curso – Gestão de Pessoas
- Compreender os fundamentos da gestão de pessoas no contexto educacional, reconhecendo seus conceitos, desafios e oportunidades no cotidiano da liderança escolar.
- Fortalecer a liderança e valorizar as habilidades individuais e coletivas, visando à construção de ambientes de trabalho motivadores, humanizados e colaborativos.
- Desenvolver estratégias eficazes para lidar com conflitos e desafios escolares, promovendo mediação, diálogo e resolução construtiva de problemas.
- Promover a valorização profissional e a qualidade de vida no trabalho, estimulando a manutenção de equipes qualificadas, o apoio mútuo e a escuta sensível.
- Aplicar os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para fortalecer o diálogo, a empatia e a cooperação no ambiente escolar.
Apresentação do Curso
Bem-vindo(a) !
Por que falar de Inclusão?
A proposta deste curso é construir uma narrativa junto a pessoas interessadas no tema, articulando aspectos conceituais e práticos da Educação. Mas afinal, por que falar em Educação Inclusiva? Existe uma educação que, por definição, se propõe a ser excludente? Nossa resposta, enquanto sociedade, tem sido: não!
Do ponto de vista histórico, é notório o investimento para garantir a entrada de parcelas da população que, por muito tempo, estiveram privadas do acesso à escolarização. Hoje, a Educação é compreendida como um direito humano fundamental.
Neste percurso formativo — a quarta das seis abordagens sobre Educação Inclusiva — seguiremos reafirmando o compromisso com uma educação que contemple bebês, crianças, adolescentes e jovens, com ou sem deficiência.
O curso será desenvolvido por meio de slides, vídeos, filmes, bibliografia básica e complementar, além de incluir uma proposta avaliativa.
Em especial, neste módulo, será compartilhado um vídeo do Encontro Dialógicos 2025 - Fase I, com a temática “Múltiplas Linguagens: Educação Inclusiva e Práticas Interculturais”.
A referência central do vídeo é a professora Pós-Doutora Elizabete Cristina Costa-Render, docente titular da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) e pesquisadora do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA). A mediação é realizada pelo Doutorando David Augusto, professor e facilitador da aprendizagem docente no CECAPE, contando ainda com a participação, na abertura, do Secretário de Educação Fabiano Augusto João e da Diretora do CECAPE, Maiberte Brogliato.
Objetivo Geral
Apoiar educadoras, educadores e demais profissionais da educação na promoção de uma cultura educacional inclusiva, de forma reflexiva e fundamentada nas políticas públicas vigentes, que asseguram a Educação como um direito inalienável de todas as pessoas. Valorizar a diversidade e garantir o acesso, permanência, participação e aprendizagem de todos: bebês, crianças, adolescentes e jovens.
Objetivos Específicos
-
Estudar os fundamentos da Educação Integral.
-
Conhecer os princípios do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA).
-
Compreender o DUA como base para o planejamento pedagógico.
Práticas de Análise Linguística e Semiótica no Ensino de Língua Portuguesa
Seja bem-vindo(a),
Este curso foi pensado para professores de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio que desejam aprofundar seus conhecimentos e enriquecer suas práticas pedagógicas.
O curso é composto por videoaulas, construídas pelo Professor Doutor em Educação Felipe de Souza Costa, além de leituras e atividades avaliativas, totalizando 40 horas. O conteúdo está organizado em 3 módulos:
Módulo 1 – Análise Linguística e Semiótica
Vídeo 1: Introdução à Análise Linguística e Semiótica
Vídeo 2: O que é Análise Linguística e Semiótica?
Atividade Avaliativa
Módulo 2 - Ensino e Aprendizagem de Ortografia
Vídeo 1: Ensino e Aprendizagem de Ortografia 1
Vídeo 2: Ensino e Aprendizagem de Ortografia 2
Vídeo 3: Ensino e Aprendizagem de Ortografia 3
Anexo: Refletindo sobre a ortografia na sala de aula (Kátia Leal Reis de Melo)
Atividade Avaliativa
Módulo 3 - Aspectos Textuais
Vídeo 1: Aspectos Textuais 1
Vídeo 2: Aspectos Textuais 2
Texto Complementar: Aspectos textuais no Currículo Municipal de São Caetano do Sul
Anexo: Orientações Didáticas Fundamentais sobre as Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa
Atividade Avaliativa
Objetivo Geral
Proporcionar subsídios teóricos e metodológicos que auxiliem o professor a planejar e desenvolver práticas pedagógicas integrando a análise linguística e semiótica.
Bons estudos!
Apresentação do Curso
O CURRÍCULO DE ARTE DE SÃO CAETANO DO SUL – FUNDAMENTOS E PRÁTICA NA EDUCAÇÃO
É com grande satisfação que iniciamos este percurso formativo, mergulhando nas páginas do Currículo Municipal de Educação de Arte de São Caetano do Sul (SÃO CAETANO DO SUL, 2024).
Este documento não é apenas um conjunto de diretrizes; ele representa um convite à reflexão, à inovação e à construção coletiva de uma Arte-Educação cada vez mais potente e significativa em nossa rede.
Ao longo deste curso, vamos desvendar as bases teóricas que sustentam nossa proposta curricular. Entenderemos a filosofia que nos inspira – do conceito de rizoma, que nos convida a pensar de forma não linear e interconectada, ao papel de Professor Propositor, que atua como mediador e instigador da criatividade dos estudantes.
Nossa jornada composta de 6 módulos será prática e reflexiva. Iremos explorar as ênfases temáticas por faixa etária, os eixos integradores e as possibilidades de planejamento que respeitam a autonomia e o contexto de cada educador(a). Além disso, aprofundaremos em cada uma das cinco linguagens artísticas – Artes Cênicas, Música, Artes Visuais, Artes Híbridas e Dança – compreendendo suas particularidades e o potencial de integração entre elas.
Este curso é um espaço de diálogo. É uma oportunidade para que, juntos, possamos traduzir o currículo em vivências de sala de aula que celebrem a experiência estética, a narratividade e a interpretação, e que preparem nossos estudantes para uma leitura de mundo mais ampla, crítica e sensível.
Bem-vindos(as) a este percurso formativo. Que ele contribua de maneira significativa e transformadora para a sua prática na Arte-Educação.
Apresentação do Curso
Bem-vindo(a), professor(a)!
O processo de aprendizagem da Matemática dos estudantes nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental exige do professor um olhar atento para as diferentes estratégias que podem ser abordadas durante as aulas.
Para garantir uma intervenção pedagógica eficiente, o conhecimento do Currículo Municipal de São Caetano do Sul e as Orientações Didáticas de Matemática por parte do professor é fundamental. O conhecimento destes documentos possibilita que o professor compreenda as propostas do município e, a partir dessa perspectiva, elabore práticas didáticas que promovam avanços significativos no aprendizado.
Este curso foi estruturado para apoiar o professor da Rede Municipal de São Caetano do Sul na compreensão a respeito do documento Orientações Didáticas de Matemática - Anos Iniciais, o qual foi organizado pela equipe dos Anos Iniciais do CECAPE (2024) e elaborado pelo professor mestre em educação Fernando Barnabé.
Esta formação abordará desde os conceitos fundamentais sobre a elaboração de um plano de aula dinâmico, atuação do professor como mediador da aprendizagem, até o processo de escolhas de atividades matemáticas significativas que permitam a reflexão do estudante. E ao final também contará com uma atividade avaliativa de 10 questões, para a verificação da aprendizagem dos estudos.
O curso também contará com vídeos explicativos do professor Me. Fernando Barnabé em relação a alguns conceitos apresentados nas Orientações Didáticas de Matemática - Anos Iniciais.
Boa formação!
Objetivos
- Orientar o trabalho docente a respeito do ensino de Matemática, a partir das Orientações Didáticas de Matemática - Anos Iniciais, da Rede Municipal de São Caetano do Sul.
- Incentivar o planejamento das aulas de Matemática baseado no documento com as orientações didáticas de Matemática voltadas para os Anos Iniciais.
Apresentação do Curso
“Nos primeiros seis anos de vida, as crianças aprendem muito e rapidamente. É o período em que 90% das conexões cerebrais são formadas. As experiências que vivenciam e o ambiente em que crescem têm impacto por toda a vida.”
[1] FUNDAÇÃO MARIA CECILIA SOUTO VIDIGAL. Nos primeiros seis anos de vida, as crianças aprendem muito e rapidamente... Disponível em: https://www.fmcsv.org.br/. Acesso em: 21 jul. 2025.
O pleno desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vida depende, de forma essencial, do afeto, do cuidado, do estímulo e da proteção que recebem. Para isso, é imprescindível que os responsáveis — famílias, instituições educacionais e o Estado — estabeleçam ações articuladas que assegurem seus direitos fundamentais. A atenção à Primeiríssima Infância, período que se estende desde a gestação até os três anos de idade, é, portanto, uma prioridade que deve ser permanentemente reconhecida e promovida.
Nesse contexto, os municípios desempenham um papel central, uma vez que são os principais agentes na implementação de políticas públicas que impactam diretamente a vida das crianças e de suas famílias. Por esse motivo, tais políticas devem estar previstas de forma transversal em todos os planos de governo.
Desde 2022, o município de São Caetano do Sul conta com o Plano Municipal pela Primeiríssima e Primeira Infância (PMPI), instituído pela Lei Municipal nº 6.025, de 18 de agosto de 2022, que estabelece os princípios e diretrizes para a elaboração e implementação de políticas públicas voltadas à Primeiríssima Infância. Esse documento constitui um marco normativo e estratégico para o município, definindo diretrizes, metas e compromissos para a melhoria dos indicadores relacionados à Primeira Infância. Entre seus principais componentes, destacam-se:
● diagnóstico da situação da Primeira Infância no município;
● estratégias setoriais e intersetoriais para a garantia dos direitos das crianças;
● definição de metas e mecanismos de avaliação das políticas planejadas e em curso;
● vinculação ao orçamento municipal.
A elaboração do plano envolveu a participação de representantes de diversas áreas, como Educação, Saúde, Assistência Social, Cultura e Esporte, demonstrando o compromisso com a abordagem intersetorial. A implementação do plano contribui diretamente para o cumprimento do princípio da prioridade absoluta dos direitos da criança, conforme disposto no art. 227 da Constituição Federal de 1988.
Dentre as políticas públicas voltadas à faixa etária da Primeiríssima Infância, destacam-se: a oferta de Educação Infantil de qualidade, o apoio sistemático às famílias, os cuidados com a saúde desde a gestação, o enfrentamento ao racismo, a promoção da segurança e a proteção contra todas as formas de violência.
É importante ressaltar que crianças fora da creche e da pré-escola estão mais suscetíveis à fome, à pobreza, à violência e ao atraso no desenvolvimento. Nesse sentido, a Educação Infantil — primeira etapa da Educação Básica — é essencial para assegurar o desenvolvimento integral da criança. A creche, que atende crianças de 0 a 3 anos, representa uma oportunidade valiosa de aprendizagem e cuidado, mesmo que a matrícula nessa faixa etária não seja obrigatória por lei. Cabe ao poder público garantir o acesso às famílias que assim desejarem.
Dessa forma, torna-se imprescindível que a Primeiríssima Infância figure no centro do debate político, envolvendo o poder público, as instituições educacionais e a sociedade civil. Um presente e um futuro mais justos e promissores para cada cidadão e para a cidade como um todo começam pelo investimento em políticas públicas consistentes voltadas às infâncias — ações que devem contemplar também o apoio aos adultos cuidadores, incentivando práticas de parentalidade positiva e afetiva. Um dos desafios contínuos é o monitoramento das ações implementadas, promovendo a participação ativa das famílias e demais agentes sociais — inclusive as próprias crianças.
Nesse sentido, destaca-se a criação do Conselho Mirim, instância fundamental de escuta e participação democrática das crianças na construção de uma cidade mais inclusiva e acolhedora. O Conselho Mirim constitui um instrumento estratégico para considerar, na formulação de políticas públicas, as necessidades reais das crianças, valorizando sua perspectiva — “sob o olhar dos 95 centímetros”, como propõe a iniciativa global Urban95, que visa incorporar a visão de bebês, crianças pequenas e seus cuidadores no planejamento urbano, na mobilidade e nos serviços públicos.
Na sequência deste curso, aprofundaremos a contextualização da Primeiríssima Infância no Brasil, abordando o marco legal vigente e as recomendações de organizações nacionais e internacionais que atuam em prol da garantia dos direitos das crianças de zero a três anos.
E ao final, teremos uma atividade avaliativa para a verificação da aprendizagem.
Bons estudos!
Objetivos
- Conhecer a legislação que garante os direitos das crianças no Brasil e no mundo;
- Identificar as principais ações e políticas públicas para o desenvolvimento da Primeira Infância;
- Estabelecer relações entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) com a garantia dos direitos das crianças na Primeiríssima e na Primeira Infância;
- Compreender a importância da intersetorialidade (integração dos setores): Saúde, Educação, Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura nos cuidados com as crianças de 0 a 6 anos de idade.
Apresentação do Curso
Arte com Bebês
Propõe-se a revisitação das concepções contemporâneas de arte na primeira infância, com ênfase nas experiências estéticas vivenciadas por bebês e crianças bem pequenas. A proposta contempla a apresentação de instalações artísticas e múltiplas possibilidades de exploração sensorial e expressiva, alinhadas às especificidades desse público. O objetivo central é proporcionar aos professores uma imersão no campo das linguagens artísticas, de modo a fomentar práticas pedagógicas intencionais, reflexivas e fundamentadas. Pretende-se, ainda, instigar a reflexão crítica sobre os processos de planejamento e documentação das experiências, valorizando a escuta sensível, a observação atenta e a mediação qualificada no cotidiano educativo. O curso está estruturado com 3 módulos de estudos, contendo vídeos explicativos, textos complementares e atividades avaliativas, referentes a cada tema, como segue: 1. Estética, 2. Arte Contemporânea 1 e 3. Arte Contemporânea 2. Ao final de cada módulo haverá uma atividade avaliativa para a reflexão sobre o aprendizado no curso nas diferentes etapas. Bons Estudos!
Objetivos
● Revisitar concepções contemporâneas de arte na primeira infância, promovendo a ampliação do repertório teórico e prático dos professores acerca das experiências estéticas com bebês e crianças bem pequenas.
● Apresentar propostas de instalações artísticas e práticas de exploração sensorial e expressiva, considerando as especificidades do desenvolvimento infantil e os princípios da educação estética.
● Oferecer aos professores uma vivência imersiva em linguagens artísticas, como forma de sensibilização e inspiração para a criação de contextos significativos de aprendizagem com os bebês.
● Refletir sobre a intencionalidade pedagógica nas práticas com a arte na educação infantil, articulando teoria e prática de forma crítica e fundamentada.
Objetivos
- Explorar, pela perspectiva do currículo municipal de São Caetano do Sul, as cinco unidades temáticas da Matemática: Números; Álgebra; Geometría; Grandezas e Medidas; Probabilidade e Estatística;
- Refletir sobre a importância e as particularidades de cada unidade temática;
- Compreender as mudanças ocorridas nas unidades temáticas após a BNCC.
Carga Horária e Estrutura
O curso está organizado em 5 vídeos e texto complementar, além das atividades avaliativas e material de apoio e as referências bibliográficas, totalizando 10 horas de curso.
Público alvo
Professores que lecionam Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental.
Apresentação do curso
Bem-vindo(a) ! Por que falar de Inclusão?
A proposta deste curso é construir uma narrativa com pessoas que estejam interessadas neste tema numa construção conceitual e prática da Educação. Então, por que falar de Educação Inclusiva?
Existe uma educação que se propõe a ser excludente por definição? Nossa resposta enquanto sociedade tem sido Não!
Olhando para a história, é notório o investimento na entrada de parcelas da população que antes não tinham acesso à escolarização. Hoje, inclusive, entendemos a Educação como direito humano. Para este percurso formativo seguiremos legitimando a educação para todas e todos os bebês, as crianças, os adolescentes e os jovens, sem ou com deficiência.
O curso será composto por slides, vídeos, filmes, bibliografia básica e complementar. E haverá também uma proposta avaliativa.
Objetivos Gerais
Apoiar as educadoras e os educadores bem como os profissionais da educação a promoverem uma cultura educacional inclusiva de forma reflexiva e com base nas políticas públicas vigentes que garantam a educação como um direito inalienável de todas as pessoas, valorizando a diversidade e garantindo acesso, permanência, participação e aprendizagem de todos os bebês, crianças, adolescentes e jovens.
Objetivos Específicos
Compreender a história e os movimentos sociais pela garantia dos direitos humanos das pessoas com deficiência, abordando o avanço das políticas públicas e o impacto das conquistas no contexto da educação inclusiva.
Fundamental: o olhar para as crianças
Apresentação
Toda mudança na educação inspira muitos cuidados, e para
crianças pequenas esses cuidados devem ser ainda mais
potencializados, para que a nova adaptação aconteça de forma
tranquila e integral, atendendo às singularidades de cada criança.
Na transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental há
uma mudança significativa com relação aos espaços, aos adultos e
aos colegas, tornando a nova rotina muito desafiadora para as
crianças, familiares, professores e toda equipe escolar.
Ações reflexivas e formativas dentro da escola devem contemplar
estes três olhares: a ansiedade das famílias, a escuta atenta às
crianças e as possíveis trocas de conhecimentos e ações
conectadas entre as duas etapas.
A Educação Infantil tem como eixos estruturantes a brincadeira e
as interações, e os contextos de aprendizagem são planejados
considerando a brincadeira como principal linguagem da criança.
Sendo assim, é preciso que os familiares e os professores da etapa
posterior sejam comunicados de forma efetiva sobre os saberes e
peculiaridades das crianças na etapa do Infantil, tornando a
transição segura para crianças, equipes e familiares, considerando
as expectativas de ambos neste processo.
Nossa rede de ensino já possui um trabalho consolidado, baseado
na legislação vigente e também no Currículo Municipal. Conversas,
visitas e troca de materiais entre os professores das escolas de
Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental já
foram pauta de discussão a fim de facilitar a inserção das crianças
nessa nova etapa da vida escolar.
Este curso é um convite para nos tornarmos todos responsáveis
pelas boas práticas em favor dos direitos das crianças a uma
transição de qualidade.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº
9.394/1996 tomou por base a Constituição de 1988, que reconheceu
o direito da criança ao acesso à educação infantil em creches e
pré-escolas, colocando a criança no lugar de sujeito de direitos.
Neste processo de reconhecimento da educação infantil como
direito da criança e da família, documentos vêm sendo produzidos
na intenção de orientar as reflexões, ações e práticas nessa etapa
da educação básica, tanto na organização de ambientes potentes
para as aprendizagens e boas experiências, como na organização
de espaço para a escuta dos saberes e individualidade de cada
criança.
No processo de transição entre as etapas- Infantil/Anos Iniciais do
Fundamental - aqui em nossa rede, documentos norteiam nossas
práticas e ações, no esforço contínuo de não tornar a Educação
Infantil uma etapa preparatória para o Ensino Fundamental, mas
sim, reforçar a importância de cuidarmos da continuidade e das
diferentes relações que as crianças estabelecem com os
conhecimentos, sempre respeitando a etapa do desenvolvimento
em que cada uma se encontra.
Vamos iniciar nossa reflexão analisando o que os documentos de
referência para nossa rede nos falam sobre o processo de
transição:
Base Nacional Comum Curricular (BNCC) - Sobre A
Transição
A transição entre essas duas etapas da Educação Básica requer
muita atenção, para que haja equilíbrio entre as mudanças
introduzidas, garantindo integração e continuidade dos processos
de aprendizagens das crianças, respeitando suas singularidades e
as diferentes relações que elas estabelecem com os conhecimentos,
assim como a natureza das mediações de cada etapa.
Torna-se necessário estabelecer estratégias de acolhimento e
adaptação tanto para as crianças quanto para os docentes, de
modo que a nova etapa se construa com base no que a criança
sabe e é capaz de fazer, em uma perspectiva de continuidade de
seu percurso educativo.
Para isso, as informações contidas em relatórios, portfólios ou
outros registros que evidenciem os processos vivenciados pelas
crianças ao longo de sua trajetória na Educação Infantil podem
contribuir para a compreensão da história de vida escolar de cada
aluno do Ensino Fundamental. Conversas ou visitas e troca de
materiais entre os professores das escolas de Educação Infantil e
de Ensino Fundamental – Anos Iniciais, também são importantes
para facilitar a inserção das crianças nessa nova etapa da vida
escolar.
Além disso, para que as crianças superem com sucesso os desafios
da transição, é indispensável um equilíbrio entre as mudanças
introduzidas, a continuidade das aprendizagens e o acolhimento
afetivo, de modo que a nova etapa se construa com base no que os
educandos sabem e são capazes de fazer, evitando a
fragmentação e a descontinuidade do trabalho pedagógico.
Nessa direção, considerando os direitos e os objetivos de
aprendizagem e desenvolvimento, apresenta-se a síntese das
aprendizagens esperadas em cada campo de experiências. Essa
síntese deve ser compreendida como elemento balizador e
indicativo de objetivos a serem explorados em todo o segmento da
Educação Infantil, e que serão ampliados e aprofundados no
Ensino Fundamental, e não como condição ou pré-requisito para o
acesso ao Ensino Fundamental1.
1 (BRASIL. Ministério da Educação. Base nacional Comum Curricular- BNCC.
Brasília, DF, 2017. )
O Currículo De São Caetano Do Sul Sobre A Transição
A transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental é
ponto de atenção e investimento na rede de São Caetano do Sul.
As ações, envolvendo crianças e professoras, professores do grupo
5 (último ano da Educação Infantil) e 1º ano dos Anos Iniciais,
devem ter o propósito de garantir a integração e continuidade dos
processos de aprendizagens das crianças. Importante para a
Educação Infantil é não confundir o conceito de
transição/passagem entre essas etapas com a antiga e superada
ideia de “fase preparatória” para o Ensino Fundamental, como já
indicado.
Torna-se relevante retomar que a Educação Infantil tem seu
propósito centrado no desenvolvimento da primeira infância e nas
características e necessidades específicas dessa faixa etária, que
mantém as brincadeiras e interações como eixos estruturantes de
aprendizagem.
Conforme exposto na BNCC (p. 51), a transição para o 1º ano é
essencialmente entendida “na continuidade das aprendizagens e
acolhimento afetivo”, garantindo ampliação e aprofundamento das
aprendizagens na nova etapa, “e não como condição ou
pré-requisito para o acesso ao Ensino Fundamental”.
Assim, as ações de transição ou passagem devem promover o
equilíbrio nas mudanças introduzidas e, sobretudo, acolhimento e
adaptação para as crianças em uma perspectiva de continuidade
de seu percurso criativo e educativo. A atenção e cuidado a essa
transição, conforme indicado nas Diretrizes Curriculares Nacionais
e na Base Nacional Comum Curricular, tem se mostrado constante
nas ações formativas do Centro de Capacitação dos Profissionais
da Educação Dra. Zilda Arns.
Para potencializar esse processo, algumas ações já realizadas nas
escolas municipais de São Caetano do Sul são importantes aliadas
e estão a favor da transição numa perspectiva acolhedora e de
continuidade:
● Visitas das crianças do G5 aos espaços do Ensino Fundamental –
no último trimestre letivo, crianças do 1º ano recebem e acolhem,
com apoio de professoras, professores, equipes gestoras, os
pequenos da Educação Infantil, desenvolvendo, juntos, propostas
lúdicas e de convivência, interagindo com trocas de experiências e
apresentação dos espaços. Para potencializar essa proposta,
torna-se importante, antes da visita, as crianças serem instigadas a
observar as características do prédio escolar do Ensino
Fundamental.
Finalizando essa ação, é fundamental retomar as curiosidades e
pontos que mais chamaram a atenção nessa expedição,
promovendo o comparativo entre os espaços. A criatividade dos
adultos envolvidos em cada etapa dessa ação, tornando-a
significativa e interessante, é ponto chave para alcançar os
objetivos propostos.
● Ações formativas coletivas com professoras, professores e/ou
Coordenadores Pedagógicos, que atuam com o grupo 5 e com o 1º
ano – a troca de informações, experiências e expectativas entre as
professoras e os professores, mediadas por meio de diálogos
formativos, contribuem para a negociação de sentidos e se
constituem importantes facilitadores para a continuidade do
trabalho pedagógico.
As estratégias propostas não devem limitar outras ações que
atendam à expectativa de garantir a passagem da Educação
Infantil para o Ensino Fundamental na perspectiva de assegurar a
continuidade do acolhimento e do processo de aprendizagem das
crianças. O investimento nas propostas deve ser alvo constante
das equipes envolvidas nesses segmentos, buscando o
aprimoramento contínuo de práticas significativas para este
propósito.
Nosso Currículo traz ainda argumentações significativas quanto à
organização dos espaços, ao acolhimento e ao brincar que sempre
devem ser ponderadas ao pensarmos na elaboração de um plano
de transição para nossas crianças.
Vamos relembrar:
Por que as crianças precisam brincar?
As crianças precisam brincar para serem felizes. Se fosse somente
essa a única resposta, já se justificaria o brincar. Sabe-se que o
brincar é a atividade principal da criança. Por meio da brincadeira
a criança faz escolhas, toma decisões, manifesta seus sentimentos
e valores, interage, exercita o autocontrole e autoconhecimento,
soluciona problemas, ressignifica o real, se constitui como
indivíduo e sujeito social. A brincadeira é linguagem, as crianças
“falam” por meio dela. Nessa perspectiva, a escola deve ser espaço
de expressão plena e de interação.
Brincar supõe um contexto social e cultural, e conforme pontua
Brougère:
É preciso, efetivamente, romper com o mito da brincadeira
natural. A criança está inserida, desde o seu nascimento,
num contexto social e seus comportamentos estão
impregnados por uma imersão inevitável. Não existe na
criança uma brincadeira natural. A brincadeira é um
processo de relações interindividuais, portanto de cultura.
(BROUGÈRE, 2006, p.97)2
Não é de agora que se discute a importância do brincar para a
formação do sujeito. Muito já se indicou sobre os aspectos afetivos,
cognitivos e sociais presentes no ato de brincar.
Piaget (1978) diz que a brincadeira é o meio pelo qual a criança
assimila o real e adapta-se ao mundo social, dos adultos,
satisfazendo assim, suas necessidades afetivas e cognitivas. As
crianças, quando exploram, exercem sobre os objetos ações que
possibilitam estruturar seu espaço, seu tempo e desenvolver
noções de causalidade, chegando à representação e à lógica.
2
(SÃO CAETANO DO SUL. Secretaria Municipal de Educação: Currículo Municipal
de Educação de São Caetano do Sul)
Vygotsky (1993) atribui ao brincar um papel fundamental para o
desenvolvimento humano. Segundo ele, o desenvolvimento e a
aprendizagem são processos que se influenciam mutuamente. Três
elementos fundamentais da brincadeira são considerados por esse
autor: a situação imaginária, a imitação e as regras.
Wallon (1981) concebe toda atividade da criança como lúdica e
afirma que é por meio da brincadeira que ela estabelece relação
com o meio, interage com o outro, para construir a própria
identidade e desenvolver sua autonomia. As ideias de Wallon foram
baseadas em quatro elementos básicos que se comunicam o
tempo todo: afetividade, movimento, inteligência e a formação do
“eu” como pessoa.
Os estudos de base nos permitem compreender que as
experiências da infância ocorrem de forma integrada e particular
para cada criança e que corpo e mente estão interligados e
dialogam o tempo todo em todas as ações, num processo único e
complexo que envolve a relação com o outro e com o mundo.
Brincar é uma linguagem da infância permeada por subjetividades
que possibilitam compreender, agir e ressignificar o que está a sua
volta.
A compreensão de que a brincadeira é um processo de relações
interindividuais, nos leva a pensar na importância do convívio que
se estabelece entre crianças e adultos, crianças e seus pares,
desde bem pequenos.
Os aspectos: social, afetivo e cognitivo, se entrelaçam permeando
essas inter-relações dentro de toda a sequência evolutiva da
brincadeira na primeira infância. A qualidade do atendimento nos
espaços educacionais, sobretudo em relação ao brincar, que é
constituída pelas interações e embora espontânea, a brincadeira é
um espaço em que se constrói uma experiência que se adquire nas
vivências coletivas.
A Educação Infantil, por meio do brincar, torna-se um rico espaço
para que a criança desenvolva competências sociais fundamentais
para a sua vida. A criança é um ser social e o seu desenvolvimento
acontece a partir das interações que estabelece com os outros.
Mesmo muito pequena, ela se depara com situações para as quais
busca soluções. Por meio das interações e das brincadeiras a
criança vai, gradativamente, construindo instrumentos necessários
para solucionar seus conflitos, desenvolvendo o cognitivo e
construindo suas referências de mundo.3
Ainda Sobre O Brincar…
É preciso ratificar a importância de preservarmos os espaços para
o brincar nas vidas de nossas crianças, criando momentos e
possibilidades dentro da escola e aproximando os familiares à
toda diversidade de contextos brincantes. Tornou-se urgente
enxergar o mundo por meio dos olhos das crianças, e desta forma,
incentivar a garantia da proteção aos seus direitos e
desenvolvimento pleno. É preciso pensarmos, todos juntos, em
como não deixar este compromisso se diluir, pouco a pouco, nos
anos que sucedem esta etapa escolar.
A seguir, segue o convite para explorar as propostas do Instituto
Alana, que promove e inspira um mundo melhor para as crianças.
“Um mundo justo, inclusivo, igualitário e plural, de celebração e
proteção da democracia, da justiça social, dos direitos humanos e
das crianças. Sempre, com prioridade absoluta. Acima de tudo, um
mundo que cuida dos povos, das florestas, dos mares, do ar.”
Apresentação do curso
Este curso de formação é um convite para explorarmos o potencial da literatura como ferramenta poderosa para a escrita criativa das mini-histórias, revelando assim, o desenvolvimento integral de nossas crianças. Nossa experiência formativa se debruça sobre um relato vivo, que investiga a criança como centro da proposta educativa. Mergulharemos no processo de construção da identidade escritora da professora, um percurso enriquecido pela pedagogia relacional – a valiosa parceria entre educadora e coordenadora pedagógica. Juntos, desvendaremos os desafios que podem surgir ao estimular a escrita criativa e poética de mini-histórias, transformando obstáculos em oportunidades de crescimento. Ao longo de nossos estudos, refletiremos sobre como a escrita, permeada pela imaginação e pela sensibilidade poética, pode levar ao reconhecimento da criança como protagonista autêntica de seus processos de aprendizagem. Descobriremos como a literatura tece fios de pertencimento e inserção no ambiente escolar, fortalecendo o vínculo da criança com o mundo ao seu redor.
Objetivos
- Desenvolver a capacidade dos professores de utilizar a escrita criativa como ferramenta pedagógica, explorando o potencial do conto como experiência leitora e resgatando memórias de infância para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem;
- Capacitar os professores a criar e implementar a produção de mini-histórias estimulando a imaginação, a criatividade e o desenvolvimento da linguagem escrita e autoral;
- Reconhecer a importância da leitura de contos e do resgate de memórias de infância na formação da identidade e no desenvolvimento da sensibilidade dos professores.
Apresentação do curso
Apresentação do curso Bem-vindo(a) professor(a)! O processo de alfabetização das crianças nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental exige do professor um olhar atento para os diferentes níveis de compreensão da escrita. Para garantir uma intervenção pedagógica eficiente, a sondagem se torna um instrumento essencial, possibilitando que o docente compreenda as hipóteses de escrita dos estudantes e, a partir dessa perspectiva, elabore estratégias didáticas que promovam avanços significativos no aprendizado. Este curso foi estruturado para apoiar os professores da rede municipal de São Caetano do Sul na compreensão e aplicação da sondagem de Língua Portuguesa nos Anos Iniciais, com base no Documento Orientador para as sondagens, elaborado pelo CECAPE. A formação abordará desde os conceitos fundamentais sobre o processo de alfabetização, ao uso dos dados obtidos para subsidiar o planejamento pedagógico, perpassando pela análise das hipóteses de escrita. Além disso, o curso contará com um vídeo demonstrativo do momento de aplicação da sondagem com estudantes de 1º e 2º anos, e um podcast, no qual especialistas em alfabetização compartilharam orientações sobre a aplicação das sondagens, esclarecendo dúvidas frequentes e trazendo exemplos do cotidiano escolar.
Objetivos do curso:
● Compreender a importância da sondagem no processo de alfabetização e como ela auxilia na organização do ensino.
● Identificar as hipóteses de escrita dos estudantes com base nos referenciais teóricos da Psicogênese da Língua Escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberosky.
● (Re) Conhecer o Documento Orientador para as Sondagens de Língua Portuguesa (Ensino Fundamental - Anos Iniciais).
Esse curso apresenta as principais legislações relacionadas à Educação.
Iniciamos essa caminhada, nesse coletivo das Leis e Decretos da Educação Nacional, possibilitando um encontro com as principais Leis Federais que regulamentam a Educação no nosso país, e na sequência com algumas Leis e Decretos Municipais.
O objetivo principal é possibilitar que vocês tenham acesso as principais Legislações da Educação Nacional, Estadual e Municipal. As Leis são apresentadas no seu texto original.
Bom curso!
Carga Horária: 50 horas
EXTRA
Nesse ambiente você encontrará uma seleção de podcast sobre os principais temas da plataforma.
Materiais Didáticos Acessíveis: NOSSO DINHEIRO!
Olá, professor (a)! Seja bem-vindo (a)!
Essa atividade tem como objetivo ser uma ferramenta de apoio pedagógico, oferecendo inspirações, sugestões práticas e recursos que contribuem para a construção de uma educação mais equitativa, democrática e respeitosa às diferenças. Seguindo os princípios do DUA, buscamos garantir que essa atividade permita que todos os estudantes tenham seu direito de aprender garantido e que seja de uma maneira significativa.
Esta sequência didática está em consonância com nosso currículo municipal e consiste em 04 etapas.
Unidade Temática: Grandezas e Medidas
Objeto do conhecimento: Sistema monetário brasileiro. Reconhecimento de
cédulas e moedas e equivalência de valores.
Anos: 1º e 2º
Esta formação tem como objetivo utilizar o filme Extraordinário como recurso pedagógico para suscitar reflexões acerca da gentileza, da empatia, do acolhimento, do respeito às diferenças e da convivência no ambiente escolar. A atividade é destinada aos profissionais das escolas da Rede Municipal de Educação de São Caetano do Sul e será realizada durante o período de recesso escolar, nas escolas que aderirem à proposta.